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Especial Harry Potter: Melhores e Piores Mortes nos Filmes

Morte é uma das ações mais “cotidianas” nos filmes e nos livros da Saga, fiz uma lista de todos os personagem mortos durante o decorrer da história e até o final da Segunda Guerra Bruxa.

Melhores Mortes:

Severo Snape

Para mim era um dos melhores personagens da saga. Sempre ficou meio no ar se ele estava realmente do lado negro da força ou se tinha algo além daquilo que ele deixava transparecer. Não deu outra. Severo revela-se ainda mas surpreendente do que fora em todos os outros livros da saga. Infelizmente, Harry e muitos de nós, leitores, só nos damos conta disso após Nagini tirar sua vida. Se alguém me perguntar se ainda sinto a morte de Snape depois desse tempo, eu responderei: SEMPRE.

Voldermort

No último livro, Harry Potter e as Relíquias da Morte, Harry descobre a lenda das Relíquias da Morte, objetos que dariam o poder total sobre a morte para quem os possuísse. Entre os três está a capa de invisibilidade pertencente a Harry.

Quando Snape está morrendo, entrega a Harry um frasco com as suas memórias. É então que Harry descobre que é uma das Horcruxes de Voldemort e que teria que morrer antes que ele pudesse ser morto. Lembrou então dos dizeres do Pomo de ouro que Dumbledore lhe dera de herança: “Abro no fecho”. O final seria a sua morte. Assim, aproximou o pomo da boca e falou: “Estou pronto para morrer”. O pomo se abriu, e assim Harry conseguiu a segunda Relíquia: A Pedra da Ressureição.

Foi, então, a encontro de Voldemort, e se deixou ser morto (o que fazia toda a diferença, dizia Harry, entre ser arrastado para a arena para lutar e ir para a arena de cabeça erguida). Descobriu então que ele jamais poderia matá-lo, pois uma vez que tinha o seu sangue, enquanto ele viver, Harry também viverá. Porém, o pedaço de alma de Voldemort que existia nele morreu, o que daria a chance de Voldemort ser morto. Se fingiu de morto, e foi levado por Hagrid para o castelo, onde todos lamentaram sua morte. Após algum tempo, Harry pula dos braços de Hagrid e tenta matar Nagini, sem sucesso e a batalha recomeça. Lúcio, Narcisa e Draco Malfoy fogem de Hogwarts enquanto Lord Voldemort tenta matar Harry. Voldemort e Harry caem de um penhasco, e quando chegam no chão começa a luta entre Voldemort e Harry. Mas Harry havia se esquecido de matar a última horcrux a cobra de Lord Voldemort, Nagini. No tempo que Harry e Voldemort estão lutando Neville Longbottom mata a cobra que estava prestes a tentar matarRonald Weasley e Hermione Granger. Quando a última horcrux é destruída, Voldemort se torna mortal novamente. Durante o duelo entre Harry e Voldemort, a Varinha das varinhas, em posse de Voldemort, reconhece o seu verdadeiro dono, Harry Potter e se volta contra Voldemort. Após ser atingido pela Maldição da Morte, Tom Riddle cai no chão, com uma finalidade terrena, um mero mortal. E assim o último herdeiro de Salazar Slytherin, o último descendente da Família Gaunt e o bruxo mais temido de todos os tempos é derrotado por Harry Potter e a paz no mundo bruxo é instaurada novamente.

Harry revelou aos poucos tudo que havia descoberto nas últimas horas a Voldemort, inclusive que a varinha que Voldemort usava, a Varinha das Varinhas, a última Relíquia, não poderia ser usada contra ele, uma vez que era seu mestre. Então Voldemort lançou um Avada Kedavra em Harry, ao passo que ele lançou o Expelliarmus. Formou-se o Priori Incantatem, o Avada Kedavra ricocheteou contra Voldemort e este caiu morto.

Rabicho

o prisioneiro de azkabam quando o sirius e o lupin descobrem o rabicho, o harry não deixa eles matarem o rabicho, dai ele agradece a harry e diz que tem uma dívida de vida com ele, no filme reliquias da morte parte 1, o rabicho é petrificado mas ele não morreu, no livro a história é outra a bellatrix manda o rabicho matar harry, mas o rabicho não faz isso pois lembra de sua dívida de vida, então a mão prateada que rabicho tinha, aquela que ele ganhou de presente do voldemort o estrangula e ele morre.

Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore

Perder Dumbledore foi bem problemático para a resistência à ascensão de Lorde Voldemort. Mas para nós, meros leitores, foi pior ainda. Não estou muito longe da verdade quando afirmo que choro todas as vezes em que leio essa cena. E não é a suplicante morte em si que provoca as lágrimas, mas a descrição impecável dos momentos que a sucedem. O funeral plangente, mas, ao mesmo tempo genialmente leve, assim como Dumbledore o gostaria, é um dos pontos altos do sexto volume. Tudo, desde o lamento de Fawkes, a fênix, até “Pateta! Esquisitice! Choramingas! E beliscão!” é escrito sob medida para emocionar o pobre leitor fragilizado, que obedece prontamente ao apelo das palavras ali impressas. E o vácuo que o diretor da escola deixa não é preenchível novamente, além de sua morte não ser o fim do personagem – sua figura de velho mentor, tão complexo e tão profundo, apenas começa a se desdobrar no “fecho”.

Sirius Black

A morte de Sirius já seria uma das mais trágicas de todos os tempos sem tudo que vem depois dela. O fim da única figura paterna que Harry conheceu; a ruína do mais charmoso dos personagens da saga; o esfacelamento das esperanças de Harry de um dia ir morar com aquele que amava acima de tudo… Terrível, terrível. Mas nada prepara o leitor para os dois capítulos de dor, pesar, culpa e ódio que se seguem. É um dos lutos mais demorados da obra pela própria incapacidade de Harry e, por conseguinte, do leitor, de conceber sua irreversibilidade.

Até Dumbledore tenta nos acalmar, em vão: “Sofrer assim prova que você continua a ser homem! Esta dor faz parte da sua humanidade…”. Ao que o garoto responde “ENTÃO EU – NÃO – QUERO – SER HUMANO!”.

Piores Mortes:

Fred Weasley

Essa perda matou todo mundo, e por vários motivos. Primeiro: era o Fred, oras! Um dos personagens mais carismáticos e engraçados da história, que sempre trazia leveza à tensão de qualquer momento. Em segundo lugar e, talvez, o mais importante, ele deixa para trás uma metade. Não só metaforicamente uma metade de nós, leitores, mas uma metade de si próprio na figura do irmão, Jorge. É difícil conceber a ideia dos dois separados, quando antes eram tão indissociáveis e inextrincáveis – não se sabia onde um começava e o outro acabava. O pranto dos fãs ecoa principalmente nesse sentido: como Jorge lida com viver sem um pedaço de si? (Dois, aliás. Temos uma orelha que não podemos esquecer).

Remo Lupin & Ninfadora Tonks

A morte dos dois é um baque para quem acredita que famílias podem ser integralmente reconstruídas após a guerra. O fato de deixarem para trás um filho, Teddy, e terem vivenciado tão pouco uma vida conjugal normal (tanto quanto possível quando se é bruxo em tempos de guerra) faz com que berremos sobre todas as injustiças do mundo!… – mas a guerra não admite piedade. Além disso, são as mortes do último maroto e da mais bem humorada bruxa da série, ou seja, uma perda irreparável

Colin Creevey

Em meio ao turbilhão de acontecimentos da Batalha de Hogwarts, Jo Rowling separa quatro míseras linhas para partir nossos corações, exatamente com uma “pancada surda no estômago”, como Harry sente a perda inesperada.

Lembro de ficar atônita pensando “Não é possível, ela não matou o coitadinho do Colin!”. Mas matou, mostrando-nos que as crianças também fazem seus sacrifícios na guerra, e a morte não é algo reservado somente aos bravos e corajosos protagonistas, mas a todos. E sem heroísmo desmedido, mas com sua medida própria de heroísmo. Para finalizar, morremos mais um pouco com a última menção ao garoto – “Ele parecia minúsculo na morte”.

E ai, quais são as mortes que vocês mais gostaram ou menos gostaram? Me conte.

Beijinhos

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